Sri Lanka: um tesouro banhado pelo mar Índico

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Gente, eu sempre me inspiro e fico de olhos bem atentos a todas as listas incríveis que o Lonely Planet divulga. Afinal, os caras são feras em dicas de viagens pelo mundo e eu nunca me arrependo de seguir as recomendações deles. A última que eu estou amando é o Lonely Planet’s Best in Travel 2019: trazendo o turismo no Sri Lanka no topo dos lugares para visitar esse ano!

Logo de cara eu já me animei, afinal, esse país é uma ilha multidimensional, com uma cultura surpreendente, tem muitos templos lindíssimos e que realmente trazem paz ao visitar, atividades ao ar livre para não deixar ninguém parado e, como muitos países asiáticos, tem milhares opções de chás para experimentar — um melhor que o outro, viu?

Então, para compartilhar com você as informações mais bacanas desse destino, eu separei várias dicas e ideias do que fazer em uma viagem de turismo no Sri Lanka. Vem comigo! ?

Quando ir

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O Sri Lanka é um país que fica bem pertinho da linha do Equador e, por isso, tem um clima beeem parecido com o nosso, principalmente com o Norte brasileiro. Só para você ter uma ideia, a temperatura máxima por lá gira em torno de 34°C, enquanto a mínima não passa de 22°C. Porém, o centro do país é um pouquinho mais frio, pois também é mais alto.

O que você precisa ficar ligado, na verdade, é nas chamadas monções. Explicando de uma forma bem simples, as monções são ventos sazonais, que são divididos em monções de verão (quando o ar úmido do oceano se desloca para o continente, provocando muitas chuvas) e monções de inverno (quando o ar úmido do continente é empurrado para o oceano, deixando o clima bastante seco).  

O ideal é evitar esses períodos, até porque vai ficar um tanto difícil de aproveitar as praias, né não? No mais, as épocas mais legais para ir são:

  • Janeiro a Abril: perfeito para conhecer todo o país

  • Maio a Setembro: praias do leste (Aragum Bay, Passekudah, Kalkudah, Uppuveli e Nilaveli)

  • Dezembro a Março:  praias do sul (Mirissa, Hikkaduwa, Midigama, Ahangama e Weligama)

Como chegar

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Com um fuso horário de mais 8h30min a frente do nosso, o Sri Lanka é longe, é verdade. As opções que temos aqui do Brasil geralmente saem de São Paulo e, mesmo assim, não são voos diretos. Dá para ir pela LATAM e parceiros, como a Emirates, ou Qatar Airlines e parceiros, como a SriLankan.

Mas, também é possível fazer outros trajetos, como ir até Bangkok, na Tailândia, e pegar um voo direto de mais ou menos 3h30min até Colombo, que é a maior cidade do país e o seu centro financeiro.

Visto para brasileiros

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Photo/Gemunu Amarasinghe

Tanto brasileiros como portugueses não precisam pedir visto na embaixada do Sri Lanka. Nesses casos, basta emitir uma autorização eletrônica para a entrada no destino e depois imprimir. Você tem que preencher todos os campos no site da ETA – Electronic Travel Authorization e pagar uma taxa de $35.

O que fazer no Sri Lanka

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A minha primeira dica é: tente ficar mais do que uma semana no Sri Lanka. Simplesmente porque tem muito o que visitar e você sempre vai querer ficar mais um pouquinho no lugar. Ainda mais quando falamos nas praias, uma mais linda do que a outra. E a natureza, então? Dá vontade de passar horas em contato com os bichinhos numa sensação incrível!

Vamos ao que interessa: para começar, ao chegar no Aeroporto de Bandaranayake, situado a 33km ao norte de Colombo, você tem duas opções, ou ficar em Colombo mesmo ou partir para uma cidade bem ao lado (e mais interessante) chamada Negombo. Se você chegar de manhã, vale já correr e partir para conhecer o país.

As praias

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A viagem começa em Galle, uma cidade que fica no litoral sul do país e é considerada a porta de entrada para várias outras praias incríveis e perfeitas para quem ama surfar — aliás, o Sri Lanka também tá no topo da lista para quem pratica o esporte. Em Galle você vai visitar alguns lugares como o Farol e a muralha da fortaleza, lembranças ainda da colonização portuguesa.

Nessa cidadezinha vale a pena se perder entre os casarões antigos e, ao mesmo tempo, ficar admirando o mar bem ao lado. Para comer tem várias opções, o The Fort Printers é ótimo para quem quer comer o que há de melhor e com aquele toque de sofisticação. Mas tem também o Lucky Fort Restaurant, com os pratos mais típicos para você experimentar.

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The Fort Printers

No outro dia siga para Mirissa, com vida noturna muito mais agitada e opções bem bacanudas de acomodação, como o Number ONE Mirissa, a apenas 1 minuto da praia e com uma vista de tirar o fôlego. Para quem quer economizar mais, tem boas opções de hostel, como o Hangover Hostel Mirissa — nota só o nome dele, rs!

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Number One Mirissa

E a dica de ouro aqui é: alugue uma scooter para conhecer várias praias que ficam entre Galle e Mirissa. Alguns nomes que você precisa ticar da sua lista: Thalpe, Dalawella, Koggala e Anhangama, Unawatuna, Weligama e Midigama.

O parque

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Parque Nacional Uda Walawe

Se tem uma coisa que o Sri Lanka tem de melhor é a possibilidade de entrar em contato com animais em seu habitat natural. Se você quer essa experiência (que eu recomendo muito!) siga para o Parque Nacional de Uda Walawe, ideal para conhecer os famosos elefantes selvagens do Sri Lanka. Anota aí os melhores horários para vê-los: de 6h30 às 10h ou de 16h às 18h30.

Os templos budistas

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Para uma experiência ainda melhor nessa viagem pelo Sri Lanka, não deixe de ir até Dambulla. É lá que ficam boa parte dos templos budistas, localizados nas cavernas das montanhas e com um astral incrível. Tem milhares de estátuas de Buddha, em um cenário exótico e supersilencioso, bom para aquela reflexão que a gente sempre faz em viagens, né?

Essa visita fica completa quando você vai para a cidade de Kandy, onde tem o Templo do Dente Sagrado de Buddha, bem em frente ao lago e principal atração da cidade.

Dicas finais

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tuk tuk

O Sri Lanka é bem preparado para receber os turistas e você vai conseguir se comunicar bem em inglês. Então, se você domina o idioma, fique tranquilo. Já quanto as comidas, elas são bem picantes e condimentadas. Se você não curte muito esse tempero todo, é bom falar na hora do pedido, tá?

Para se locomover nas cidades o meio mais comum é o tuk tuk. Se ele não tiver taxímetro, não se esqueça de combinar o valor antes para não ter aquela surpresinha, sabe? E, por fim, leve dinheiro em mãos, já que em muitos lugares não tem casas de câmbio.

 

E aí, gostou do destino eleito como o melhor para 2019? Conta pra mim o que você achou e se precisar de ajudinha para fazer turismo no Sri Lanka, conte comigo para montar o seu roteiro personalizado!

 

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